Todos já sentimos os efeitos negativos da pressão em momentos importantes. Quem joga futebol sabe o que sente ao marcar um penalty num encontro importante. Quem joga ténis sabe o que sente ao servir num match point. Quem não joga nada certamente que teve a mesma sensação noutras situações distintas mas, com a gentil permissão do leitor, a modos que gostaria de me focar no desporto.
É curioso como, nos momentos determinantes, a nossa mente responde da pior maneira possível, fazendo com que a necessidade de não falhar aumente drasticamente a probabilidade de isso acontecer.
Ora, se já é complicado manter a cabecinha no sítio quando se tá a jogar contra a equipa da rua em frente com a nossa namorada/namorado (não há discriminação neste blog!) que sentirá um jogador profissional com milhares de olhos postos em cima, e sabendo que milhões o verão na televisão? Arrepia-me pensar no que sentiu Terry ao falhar aquele penalty contra o Manchester, ou Abel Xavier(aka Faissal) ao ver a bola tocar-lhe na não no célebre jogo contra a França.
É precisamente nestes momentos que se revela (ou se nota a falta) do estofo de campeão, a frieza para concretizar em momentos de pressão. Embora não tenha sido a minha escolha para carreira profissional, a psicologia é uma área que me interessa bastante, sendo a psicologia desportiva um dos seus ramos mais fascinantes. E, acreditem, o treino físico e técnico é apenas uma parte daquilo que se espera de um treinador, e nem sempre (ou talvez nunca!) o mais importante. Afinal, como nunca me canso de dizer e escrever, 50% é atitude! O futebolista precisa de garra, o tenista de acreditar, o boxer de confiança e concentração e qualquer atleta no geral precisa de estar psicologica e emocionalmente em forma para ganhar. Se entras derrotado, não podes sair vencedor.
Deste ponto de vista, acho mais interessantes os desportos individuais do que os colectivos, pois creio que são mais desgastante moral e psicologicamente. Num jogo de futebol, volley, basket, (whatever) que esteja a correr mal podemos sempre ter a "sorte" de que os nossos companheiros puxem por nós, seja puramente de forma anímica seja através de acções/resultados (ex:fazer empate). Num desporto singular essa força tem de provir de nós: das nossas pernas, dos nossos pulmões, e, essencialmente, do coração e da alma. O tenista que entrenta um breakpoint não pode esperar que alguém lhe salve o serviço. Nem pode serir enquanto faz contas de como ficará o resultado se perder o tempo. Tem antes de fixar os olhos no adversário para que este se aperceba da sua determinação e convicção de que o resultado se irá inverter.
Acredito que, para nos mantermos competitivos, temos de ser um pouco arrogantes interiormente. É certo que é um pouco ridículo repetir-mos a nós próprioes "epah este gajo não joga nada" quando ele nos dá a dar uma tareia, mas tal é sempre melhor do que sentirmo-nos derrotados antes do final da partida. Se deixarmos de acreditar que podemos vencer, ninguém acreditará e, pior, todos teremos razão.
Quando nos encontramos no topo, por vezes sucede o inverso. A mente dispersa-se, pensamos na marca de champagne que vamos comprar para celebrar em vez de nos focarmos em finalizar a partida. Ou pior, entrar para a partida com a sensação de já a ter ganho. Atenção! Entrar acreditando que vamos ganhar é muito diferente de entrar como se ja tivéssemos ganho. Um dia disseram-me que sempre que um treinador diz "estamos confiantes do nosso valor" antes de uma partida dá barracada. É preciso confiança, certamente, mas não demasiada, pois subestimar o adversário pode ser tão perigoso como substimarmo-nos a nós próprios.
Filipe Baptista de Morais
terça-feira, 26 de janeiro de 2010
sexta-feira, 22 de janeiro de 2010
Dinâmica Social
Creio que todas as pessoas, seja por natureza seja por mera pressão social, sentem duas necessidades (quase) opostas.
Por um lado, todos gostamos de nos sentir integrados num grupo e na sociedade em geral. Isto explica o aparecimento de diversos grupos geralmente unidos por uma cracterística ou factor comum, como o sentido de humor, o gosto por um desporto, etc..., levando por vezes as pessoas a mudar para se enquadrarem, como um camaleão que tenta combinar com o chão que pisa, entrando em stress quando tal não acontece. Ilustrada pela célebre expressão "diz-me com quem andas e dirte-ei quem és" esta proposição poderia levar-nos à conclusão de que, no limite, todos tenderíamos a ser semelhantes na maneira de pensar e agir.
Existe contudo também o desejo de nos destacarmos. É geralmente aceite que esta aspiração é mais forte nos homens, tornando-nos assim mais competitivos por natureza. No entanto é certo que todos queremos sentir-nos mais do que um número numa equipa, numa instituição, numa sociedade. Isto leva-nos a tentar acentuar aquilo que nos diferencia dos outros pela positiva (do nosso ponto de vista claro) contribuindo activamente para um distanciamento a nível de pensamentos, gostos, resultados profissionais ou quaisquer outros. É claro que também há a diferenciação entre grupos, sito é, tentamos aprofundar aquilo que une um grupo afastando-o assim do seu envolvente, como uma forma alternativa de destacamento. De facto, quanto mais selectivo for um grupo maior será provavelmente a satisfação de lhe pertencer. Ironicamente, pertencer a um grupo de grandes dimensões também satisfaz os seus membros na media em que se sentem mais sociais.
Bottom Line (literalmente xD): Don't worry, be happy :)
Filipe Morais
Por um lado, todos gostamos de nos sentir integrados num grupo e na sociedade em geral. Isto explica o aparecimento de diversos grupos geralmente unidos por uma cracterística ou factor comum, como o sentido de humor, o gosto por um desporto, etc..., levando por vezes as pessoas a mudar para se enquadrarem, como um camaleão que tenta combinar com o chão que pisa, entrando em stress quando tal não acontece. Ilustrada pela célebre expressão "diz-me com quem andas e dirte-ei quem és" esta proposição poderia levar-nos à conclusão de que, no limite, todos tenderíamos a ser semelhantes na maneira de pensar e agir.
Existe contudo também o desejo de nos destacarmos. É geralmente aceite que esta aspiração é mais forte nos homens, tornando-nos assim mais competitivos por natureza. No entanto é certo que todos queremos sentir-nos mais do que um número numa equipa, numa instituição, numa sociedade. Isto leva-nos a tentar acentuar aquilo que nos diferencia dos outros pela positiva (do nosso ponto de vista claro) contribuindo activamente para um distanciamento a nível de pensamentos, gostos, resultados profissionais ou quaisquer outros. É claro que também há a diferenciação entre grupos, sito é, tentamos aprofundar aquilo que une um grupo afastando-o assim do seu envolvente, como uma forma alternativa de destacamento. De facto, quanto mais selectivo for um grupo maior será provavelmente a satisfação de lhe pertencer. Ironicamente, pertencer a um grupo de grandes dimensões também satisfaz os seus membros na media em que se sentem mais sociais.
Bottom Line (literalmente xD): Don't worry, be happy :)
Filipe Morais
sexta-feira, 15 de janeiro de 2010
Em tempos de crise....
Para primeiro post deste novo ano decidi mostrar algo diferente, desta feita um vídeo, que espero que traga a todos um pouco de esperança nestes tempos tão conturbados....
http://en.tackfilm.se/loader.swf?shareID=1263597074487RA76&folder=12635
xD
Edit: devido ao vídeo inicializar automaticamente para os utilizadores do Internet Explorer, decidi deixar apenas o link.
http://en.tackfilm.se/loader.swf?shareID=1263597074487RA76&folder=12635
xD
Edit: devido ao vídeo inicializar automaticamente para os utilizadores do Internet Explorer, decidi deixar apenas o link.
quinta-feira, 31 de dezembro de 2009
and a happy new year!
Neste que será certamente o último post de 2009 decidi não aborrecer (nem premiar) o leitor com extensas análises filosóficas ou divergências de opiniões. Vou assim apenas centrar-me naquilo que está nas mentes de todos nós, o ano novo.
Aproxima-se o final do ano e este ano decidi fazer aquilo que nunca tive paciência para elaborar, uma lista de algumas das coisas que quero (e espero) fazer no novo ano que se aproxima. Exclui assim todas aquelas que seriam totalmente impossíveis, ou que não dependem exclusivamente de mim. Algumas são experiências realmente novas, outras apenas repetições que não aborrecem ninguém (pelo menos não a mim). Partilho aqui convosco uma parte dessa lista:
-Aprender a baralhar e dar cartas como deve ser
-Marcar um golo de cabeça em futsal (preciso que alguém faça a assistência!)
-Beber um Irish Coffee (nunca provei!)
-Correr uma Maratona
-Aprender a distinguir pelo sabor as diversas marcas de cerveja (pelo menos nas 1ªs rodadas xD)
-Ir novamente ao Rock In Rio
-Tratar de vez a minha canelite (de preferência antes da Maratona xD)
-Conseguir comer as 12 passas em 12 segundos (esta ainda vou tentar ainda este ano, mas sem grandes expectativas)
-Ir ao estrangeiro com amigos
-Conhecer pessoas novas (quem não quer?)
Feliz Ano Novo!,
Filipe Baptista de Morais
Aproxima-se o final do ano e este ano decidi fazer aquilo que nunca tive paciência para elaborar, uma lista de algumas das coisas que quero (e espero) fazer no novo ano que se aproxima. Exclui assim todas aquelas que seriam totalmente impossíveis, ou que não dependem exclusivamente de mim. Algumas são experiências realmente novas, outras apenas repetições que não aborrecem ninguém (pelo menos não a mim). Partilho aqui convosco uma parte dessa lista:
-Aprender a baralhar e dar cartas como deve ser
-Marcar um golo de cabeça em futsal (preciso que alguém faça a assistência!)
-Beber um Irish Coffee (nunca provei!)
-Correr uma Maratona
-Aprender a distinguir pelo sabor as diversas marcas de cerveja (pelo menos nas 1ªs rodadas xD)
-Ir novamente ao Rock In Rio
-Tratar de vez a minha canelite (de preferência antes da Maratona xD)
-Conseguir comer as 12 passas em 12 segundos (esta ainda vou tentar ainda este ano, mas sem grandes expectativas)
-Ir ao estrangeiro com amigos
-Conhecer pessoas novas (quem não quer?)
Feliz Ano Novo!,
Filipe Baptista de Morais
sábado, 26 de dezembro de 2009
(Foi) Natal
Acabou de passar mais uma tão esperada época natalícia, com tudo aquilo que simboliza. E isso, apesar de convencionado, é certamente diferente para cada um de nós.
É certo que o Natal deveria ser uma celebração do nascimento de Jesus (embora tenha tido origens pagãs) mas, hoje em dia, não é isso que representa para a maioria das pessoas. Não me interpretem mal, estou longe de pertencer às hordas de cínicos que se queixam que o Natal já mais não é do que campnhas de marketing para maximizar as vendas. Acredito verdadeiramente no espírito natalício, e é certo que nesta época todos nos encontramos mais inclinados a ajudar o próximo, quanto mais não seja para não destoar.
O Natal representa ainda para muitas famílias uma oportunidade de se reunirem e estarem juntas em harmonia, ficando as trocas de prendas relegadas para planos secundários de importância. É claro que as crianças mais jovens poderão discordar deste ponto (pelo menos interiormente), mas quem consegue resistir ao sorriso de uma criança ao experimentar um brinquedo novo?
Parece-me assim que, embora possa ter perdido algum do seu significado religioso, o Natal evoluiu para algo mais: uma ocasião única para estarmos com aqueles que nos são mais queridos e repensar sobre aquilo que é verdadeiramente importante nas nossas vidas.
Deixo aqui, embora atrasado, um sincero desejo de feliz Natal para todos
Filipe Baptista de Morais
É certo que o Natal deveria ser uma celebração do nascimento de Jesus (embora tenha tido origens pagãs) mas, hoje em dia, não é isso que representa para a maioria das pessoas. Não me interpretem mal, estou longe de pertencer às hordas de cínicos que se queixam que o Natal já mais não é do que campnhas de marketing para maximizar as vendas. Acredito verdadeiramente no espírito natalício, e é certo que nesta época todos nos encontramos mais inclinados a ajudar o próximo, quanto mais não seja para não destoar.
O Natal representa ainda para muitas famílias uma oportunidade de se reunirem e estarem juntas em harmonia, ficando as trocas de prendas relegadas para planos secundários de importância. É claro que as crianças mais jovens poderão discordar deste ponto (pelo menos interiormente), mas quem consegue resistir ao sorriso de uma criança ao experimentar um brinquedo novo?
Parece-me assim que, embora possa ter perdido algum do seu significado religioso, o Natal evoluiu para algo mais: uma ocasião única para estarmos com aqueles que nos são mais queridos e repensar sobre aquilo que é verdadeiramente importante nas nossas vidas.
Deixo aqui, embora atrasado, um sincero desejo de feliz Natal para todos
Filipe Baptista de Morais
segunda-feira, 30 de novembro de 2009
Longe da mente, longe do coração
Todas as nossas acções, são no fundo, reacções a outros acontecimentos que as precem. E podem ser fruto de uma extensa reflecção ou, em oposição, uma reacção puramente espontânea. As mais ponderadas tendem a ter resultados semelhantes ao esperado, o que é relativamente bom quando as expectativas são altas, e relativamente mau quando não o são. Saliento o relativamente pois parece-me que, ao perderem o efeito surpresa devido ao excesso de planeamento é-lhes retirada muita da chama e intensidade que poderiam ter de outro modo. Associo assim muito mais a espontaneidade às emoções fortes, quanto mais não seja pela "adrenalina" do inesperado. Já Fernando Pessoa falava do disciamento (e confronto) entre o pensar e o sentir, embora em termos um pouco diferentes.
Parece-me que o "problema" da racionalidade reside na capacidade de perspectivação temporal, tanto para o passado como para o futuro. É facilmente perceptível e aceitável que, ao dispersarmo-nos peloes três espaços temporais, nos impedimos de viver em pleno o presente. É como se não estivéssemos concentrados naquilo que acontece, pensando no que aconteceu, poderia ter acontecido ou poderá vir acontecer.
Creio que é esta a razão que torna o alcóol e as substâncias alucinogénicas tão apelativas em momentos de diversão. Elas "soltam-nos", libertam-nos da racionalidade que nos prende as acções com medo das consequências, o que geralmente é maravilhoso. Mas também pode ser desastroso, uma vez que a falta de perspectivação futura nos pode levar a fazer coisas realmente estúpidas.
É ainda interessantes reflectir no que nos resta quando privados da racionalidade. Há quem diga que é aí que se revela o verdadeiro "eu", e daí sermos mais "verdadeiros" quando ébrios e assim. A mim parece-me que esta é uma perigosa confusão entre os conceitos de honestidade e veracidade. Uma não implica a outra, nem a exclui, pelo que quase se pode dizer que nada têm em comum. Acredito que nestas situações nos encontramos privados de algo essencial à nossa condição ou definição, e que estamos de facto a substituir a nossa essência (os nossos pensamentos) por algo que lhe é alheio, meros estímulos exteriores. Daí sermos mais imprevisíveis e irreconhecíveis quando irracionais.
Para terminar, lanço o comum e modesto apelo que me iliba de qualquer aparente tentativa de desencaminhamento, "se conduzir, não beba".
Filipe Baptista de Morais
Parece-me que o "problema" da racionalidade reside na capacidade de perspectivação temporal, tanto para o passado como para o futuro. É facilmente perceptível e aceitável que, ao dispersarmo-nos peloes três espaços temporais, nos impedimos de viver em pleno o presente. É como se não estivéssemos concentrados naquilo que acontece, pensando no que aconteceu, poderia ter acontecido ou poderá vir acontecer.
Creio que é esta a razão que torna o alcóol e as substâncias alucinogénicas tão apelativas em momentos de diversão. Elas "soltam-nos", libertam-nos da racionalidade que nos prende as acções com medo das consequências, o que geralmente é maravilhoso. Mas também pode ser desastroso, uma vez que a falta de perspectivação futura nos pode levar a fazer coisas realmente estúpidas.
É ainda interessantes reflectir no que nos resta quando privados da racionalidade. Há quem diga que é aí que se revela o verdadeiro "eu", e daí sermos mais "verdadeiros" quando ébrios e assim. A mim parece-me que esta é uma perigosa confusão entre os conceitos de honestidade e veracidade. Uma não implica a outra, nem a exclui, pelo que quase se pode dizer que nada têm em comum. Acredito que nestas situações nos encontramos privados de algo essencial à nossa condição ou definição, e que estamos de facto a substituir a nossa essência (os nossos pensamentos) por algo que lhe é alheio, meros estímulos exteriores. Daí sermos mais imprevisíveis e irreconhecíveis quando irracionais.
Para terminar, lanço o comum e modesto apelo que me iliba de qualquer aparente tentativa de desencaminhamento, "se conduzir, não beba".
Filipe Baptista de Morais
domingo, 22 de novembro de 2009
Caos
Hoje decidi escrever sobre o caos e a desorganização. Não aquela que se manifesta neste modesto espaço virtual, mas aquela que se encontra espalhada por todo o lado. É que, apesar de tudo ter uma ordem, essa ordem é (aparentemente) aleatória. Numa altura em que se vive uma intensa crise de fé (entre outras crises mais chatas) espanta-me que a igreja nunca use este facto para corroborar a existência de deus e o seu papel enquanto criador. Isto porque, como reza a lenda, fomos criados à sua imagem, e se fosse eu a criar o mundo ele teria exactamente este aspecto: uma enorme bagunça.
É certo que no início dos tempos toda a matéria se encontrava condensada, o que prova os louváveis esforços de deus em arrumar a sua tralha para ter mais espaço para brincar. Mas, há cerca de 15 mil milhões de anos (a Wikipedia diz 13.7, mas quem liga ao que eles dizem?), quando tudo parecia finalmente empacotado e arrumado...PUF! Não, não se fez o chocapic, foi o Big Bang (mas é parecido). E agora prontos, é o que se vê, desordem e caos total, chegando a um ponto em que nada parece fazer sentido:
Para provar a nossa propenção para a desordem (ou a inevitabilidade do aumento da entropia para os físicos) deixo aqui também uma fotografia (actual) da minha secretária. Desafio o leitor a fazer melhor,

Filipe Baptista de Morais
É certo que no início dos tempos toda a matéria se encontrava condensada, o que prova os louváveis esforços de deus em arrumar a sua tralha para ter mais espaço para brincar. Mas, há cerca de 15 mil milhões de anos (a Wikipedia diz 13.7, mas quem liga ao que eles dizem?), quando tudo parecia finalmente empacotado e arrumado...PUF! Não, não se fez o chocapic, foi o Big Bang (mas é parecido). E agora prontos, é o que se vê, desordem e caos total, chegando a um ponto em que nada parece fazer sentido:
- Temos um preto a chefiar a casa branca
- A inflação é negativa
- O aquecimento global afinal leva a um arrefecimento global
- Há monopolos magnéticos (pessoal fora de ciências ignore esta)
- Há mais raparigas que rapazes no IST (true story!)
- As vacinas são mais perigosas que as doenças
- O benfica tem mais pontos que o Sporting
Para provar a nossa propenção para a desordem (ou a inevitabilidade do aumento da entropia para os físicos) deixo aqui também uma fotografia (actual) da minha secretária. Desafio o leitor a fazer melhor,
Filipe Baptista de Morais
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